O Flamengo deveria direcionar sua estratégia de marketing para os não-sócios, que representam a maior parte da torcida. A crítica aponta que o clube foca excessivamente nos sócios-torcedores e deixa de aproveitar o potencial de milhões de torcedores para preencher o estádio em jogos de baixa demanda, segundo análise feita em vídeo do Canal S1 Live (Youtube).
O comentarista argumentou que o Flamengo deveria ter a maior média de público e o maior estádio, mas ainda joga com cadeiras vazias em partidas avulsas quando os sócios não compram todos os ingressos disponíveis.
Crítica ao processo de compra de ingressos
O comentarista criticou a complexidade do processo de compra de ingressos, que exige reconhecimento facial, CPF e diversas informações pessoais dos torcedores. Segundo ele, esses dados poderiam ser usados de forma estratégica para atrair não-sócios aos jogos.
O que eu acho que falta é olhar pro não sócio, que é a grande massa. Flamengo não olha pro seu maior mercado, que é o não sócio.
— disse o comentarista em vídeo do Canal S1 Live (Youtube).
Proposta de ação voltada aos não-sócios
A sugestão apresentada é que o clube utilize o banco de dados coletado durante a compra de ingressos para identificar torcedores que não são sócios e oferecer promoções em jogos de menor demanda. O comentarista usou um exemplo hipotético para ilustrar a estratégia:
O camarada vai pro teu banco de dados, cara. Ah, o Mauro César não é sócio. O Mauro César torce pelo Flamengo. Aí o Mauro César não vai o jogo porque é caro.
— disse o comentarista em vídeo do Canal S1 Live (Youtube).
A análise ressalta que há grande quantidade de torcedores do Flamengo no Rio de Janeiro e no Brasil que poderiam ser atraídos com uma estratégia de marketing direcionada, conforme divulgado pelo Canal S1 Live (Youtube). O argumento central é que o clube não pode jogar para cadeiras vazias, especialmente considerando que possui o maior estádio e a maior média de público do país.
Comentários