O Flamengo negocia a contratação de Almada por R$ 27 milhões referentes a 50% dos direitos econômicos do jogador, mas enfrenta dificuldades para fechar o negócio à vista. O clube tenta parcelar o pagamento contando com receitas futuras do próximo ano, enquanto segue pagando Paquetá e Lino.
A situação foi comentada em vídeo do Canal S1 Live (Youtube), que revelou os bastidores da negociação e a estratégia do Rubro-Negro para viabilizar a contratação sem comprometer o caixa imediato.
Valor alto e estratégia de parcelamento
Em vídeo ao Canal S1 Live (Youtube), o comentarista avaliou o montante envolvido na operação: «27 milhões por 50% do jogador. É bem caro. É bem caro.»
Segundo a análise, o Flamengo está tentando protelar o pagamento para dividir o valor em parcelas, apostando em receitas que só entrarão no próximo ano. A estratégia reflete a situação dos cofres do clube, que assumiu uma série de compromissos financeiros e ainda mantém pagamentos em aberto de outras negociações.
Compromissos anteriores pesam no caixa
Além da negociação por Almada, o Flamengo segue pagando Paquetá e Lino, jogadores negociados em janelas anteriores. O acúmulo de parcelas tem impactado a capacidade de investimento do clube no mercado atual.
O comentarista também revelou ao Canal S1 Live (Youtube) que o clube está atrasando pagamentos a empresários como forma de pressão para renegociar comissões: «Tá dando um calote nos empresários para pressionar para renegociar comissões.»
A situação contrasta com declarações anteriores sobre o mercado da bola. Segundo o comentarista ao Canal S1 Live (Youtube): «Não crie expectativa de grandes contratações. Ih, vai trazer a Almada.»
A negociação por Almada segue em andamento, mas depende da capacidade do Flamengo de equacionar seus compromissos financeiros e convencer o clube vendedor a aceitar o parcelamento proposto.
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