O impedimento semiautomático fará sua estreia no futebol brasileiro na rodada deste fim de semana do Campeonato Brasileiro. A principal diferença em relação ao sistema usado na Copa é que o Brasileirão não utilizará bola com chip para auxiliar na detecção do momento do toque, conforme divulgado pelo Canal Paparazzo Rubro Negro (Youtube).
Como funciona o sistema brasileiro
O processo começa com o software identificando automaticamente o frame em que a bola é tocada. Se o operador do VAR concordar com a marcação sugerida, basta validá-la. Caso o operador entenda que o frame indicado não corresponde ao momento exato do toque, ele poderá fazer um ajuste manual.
O operador pode verificar se o contato com a bola ocorreu um ou dois frames antes ou depois do sugerido pelo software, segundo o Canal Paparazzo Rubro Negro (Youtube). Essa margem de ajuste manual levanta questionamentos sobre a efetividade do sistema.
O que que mudou, gente? Se ele pode mexer ali e falar: ‘Não, foi mais um.’ Ele sempre vai ter que aprovar.
— disse o comentarista em vídeo do canal Paparazzo Rubro Negro.
Diferença em relação à Copa
Na Copa, o sistema contava com sensor na bola para detectar o momento exato do toque. O Brasileirão não terá essa tecnologia, conforme informado pelo Canal Paparazzo Rubro Negro (Youtube), o que torna o processo mais dependente da análise humana.
Ao contrário do que aconteceu na Copa, ainda lá a gente ainda ficava na dúvida, coisa estranha, né? O sensor, tem um sensor lá na bola que fala que tocou.
— afirmou o comentarista.
Apesar das limitações, clubes estão investindo alto na implementação do impedimento semiautomático. A expectativa é que o sistema reduza erros de arbitragem, embora a necessidade de validação manual permaneça como ponto de atenção.
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