As substituições realizadas por Carlo Ancelotti desmontaram o sistema defensivo do Brasil e facilitaram os gols da Noruega, segundo análise do canal S1 Live. Enquanto o técnico Stonbeck acertou ao tirar Nusa e colocar Shelderup — que deu duas assistências —, Ancelotti tirou peças do meio-campo como Ryan e Mateus, colocou Neymar e Hendrick, e viu o time perder a organização tática.
A entrada de Neymar comprometeu especialmente a capacidade de contra-ataque da seleção, já que Vinícius Júnior tinha pouca obrigação defensiva e dependia do sistema anterior para funcionar.
Shelderup decide pela Noruega após sair do banco
O jogador do Benfica entrou no segundo tempo e mudou a partida. Shelderup deu duas assistências para a Noruega, enquanto Haaland chegou no carrinho em bola cruzada da esquerda mas não alcançou. A substituição de Stonbeck foi cirúrgica e contrastou com as escolhas de Ancelotti.
O técnico norueguês tira o Nusa, coloca o Shelderup, que faz as duas assistências. E aí o Ancelotti tira e põe o Neymar, desmonta o time.
— disse o comentarista em vídeo do canal S1 Live.
Ao jogar Hendrick pela direita e tirar peças do meio-campo, o Brasil perdeu a capacidade de segurar a pressão adversária. Um jogador entrou sem estar originalmente na seleção, perdido em campo.
Neymar converte pênalti mas desperdiça tempo com provocação
Neymar converteu o pênalti e fez o gol, mas protagonizou cena polêmica ao provocar o goleiro adversário logo após a cobrança. O camisa 10 deu um risinho para o goleiro, que riu de volta.
Ele fez uma provocação claramente ao goleiro, querendo dizer comigo não. Ou seja, perdeu o tempo ali e ainda humilhou o companheiro.
— criticou o comentarista.
O Brasil ainda teve mais um ataque no final, quando jogou uma bola na área e o goleiro defendeu. A análise apontou que Vinícius não pode jogar com pouca obrigação defensiva na seleção, pois o time joga para ele resolver e isso deixa o sistema vulnerável quando as substituições alteram o equilíbrio.
Via Canal S1 Live (Youtube).
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