Um comentarista defendeu em vídeo defendeu a importância de dirigentes viajarem para a Europa em negociações de jogadores. Ele citou o caso de Gustavo Gomes, que foi para o Palmeiras em vez do Flamengo, como exemplo de perda por falta de presença física nas tratativas.
Segundo o comentarista, o investimento em viagens internacionais é pequeno comparado aos valores envolvidos em contratações de jogadores. Ele também destacou que Zé Boto tem trabalho de convencimento de atletas e que certas negociações precisam ser feitas cara a cara.
Custo-benefício de viagens para negociações
O comentarista foi enfático ao justificar os gastos com deslocamentos de dirigentes:
O investimento que você faz numa viagem internacional é ridículo perto do montante que você coloca numa compra de jogador de milhões de euros.
— disse o comentarista em vídeo do canal S1 Live.
Ele também afirmou que certas coisas precisam ser cara a cara e que esse processo de convencimento faz parte do trabalho de Zé Boto.
Exemplo de Gustavo Gomes
O comentarista do canal S1 Live citou em vídeo um caso concreto de perda de contratação:
O Gustavo Gomes não foi pro Flamengo, foi pro Palmeiras por isso, porque o cara que tava lá no Palmeiras na época foi lá, viajou, pegou o jogador e trouxe.
— disse o comentarista em vídeo do canal S1 Live.
Segundo ele, o Flamengo tinha um dirigente no passado que não viajava para lugar nenhum e só usava SMS, sem WhatsApp. Esse modelo de trabalho teria causado a perda de alguns jogadores por falta de negociações presenciais.
O comentarista não citou o nome do dirigente, mas deixou claro que considera esse método ultrapassado e prejudicial ao clube.
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