O dirigente BAP definiu a política de vendas do Flamengo em entrevista para Vener Casagrande: o clube só negocia jogadores se conseguir repor por valor menor. A estratégia foi exemplificada com o caso de Everton Araújo, que subiu da base e está brilhando no time profissional.
A lógica econômica é clara: vender um atleta por 15 ou 20 milhões de euros, só faz sentido se a reposição custar 7 ou 10 milhões, gerando lucro real para o clube.
Everton Araújo como exemplo da política
Em entrevista, o comentarista detalhou a posição do dirigente sobre possíveis propostas por Everton Araújo:
Podem chegar aqui querendo 10, 15 milhões de euros no Éton Araújo. Eu não vou vender o jogador que encaixou perfeitamente no clube.
— disse o comentarista em vídeo do canal Paparazzo Rubro Negro (YouTube)
O jogador subiu da base do Flamengo e está totalmente adaptado ao time profissional. A diretoria considera que vender um atleta nessas condições só faria sentido com lucro significativo na reposição.
A lógica econômica das vendas
O comentarista explicou o raciocínio defendido por BAP:
Você vende o Everton por 15 ou 20 milhões, conforme explicado. O que eu compro para repor? Eu consigo repor por 7 ou 10, que é para você ter um lucro? Se a resposta for não, se a reposição custar 15 ou 20, eu estou trocando seis por meia dúzia.
— disse o comentarista em vídeo do canal Paparazzo Rubro Negro (YouTube)
A política se resume em: a venda de qualquer atleta é possível desde que faça sentido econômico e que o clube consiga repor sem perder dinheiro. Um lucro de 5 ou 6 milhões de euros é considerado insuficiente para justificar a negociação de um jogador que está rendendo.
O caso de Carrascal foi citado como contraponto: um jogador com série de problemas e fase irregular poderia ser negociado por valor próximo ao pago, permitindo trazer um atleta sem histórico de implicâncias no clube.
Comentários