O Flamengo acionará a FIFA e a CBF para receber compensação pela lesão de Lucas Paquetá. O meio-campista rubro-negro enfrenta período de recuperação de aproximadamente 28 a 31 dias, prazo que qualifica o clube para o programa de proteção da entidade internacional.
A lesão representa impacto significativo no calendário do Flamengo. Paquetá desfalcará o time nas oitavas de final da Copa Libertadores contra o Cruzeiro e em rodadas decisivas do Campeonato Brasileiro. A ausência se soma à do zagueiro Léo Ortiz, ainda em recuperação, complicando o planejamento tático do técnico.
Compensação estimada em R$ 4 milhões
O valor da indenização gira em torno de R$ 4 milhões, conforme revelado em análise do cenário. A compensação estimada é de R$ 4 milhões — montante que o clube considera insuficiente diante do investimento realizado no atleta e do prejuízo competitivo gerado.
O Flamengo trabalha em conjunto com a CBF para documentar rigorosamente a evolução clínica de Paquetá, garantindo que toda a papelação necessária seja apresentada à FIFA. O programa de proteção aos clubes — regulamentado pela entidade internacional — prevê compensação quando atletas sofrem lesões durante períodos de convocação que excedem o limite mínimo de afastamento.
Prejuízos recorrentes com datas FIFA
O caso de Paquetá integra um padrão de perdas financeiras e competitivas que o Flamengo enfrenta regularmente durante convocações. A compensação de R$ 4 milhões, embora significativa em valores absolutos, representa apenas uma fração do custo real para o clube — considerando salários não amortizados, perda de performance em competições decisivas e possíveis impactos no desempenho geral do elenco.
O clube aguarda a formalização completa da documentação clínica para protocolar o pedido junto aos órgãos competentes. A resolução do caso pode estabelecer precedente importante para futuras convocações e reforçar a posição do Flamengo nas negociações com confederação e federação internacional.
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