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Flamengo aprova Código Eleitoral de 23 páginas e adia voto online

Conselho Deliberativo do Flamengo aprovou reforma eleitoral nesta segunda-feira com novo Código de 23 páginas, mas deixou voto online pra depois.

Flamengo aprova Código Eleitoral de 23 páginas e adia voto online

O Flamengo aprovou nesta segunda-feira (13) uma reforma no processo eleitoral do clube. O Conselho Deliberativo validou a criação de um Código Eleitoral e de Boas Condutas de 23 páginas, que passa a integrar o Estatuto como anexo, segundo o Ge Flamengo. A mudança, porém, deixou de fora o voto online — tema que ficou pra discussão futura.

A reforma altera regras de candidatura, campanha e apuração nas eleições rubro-negras. O novo código busca trazer mais transparência e organização ao processo, segundo conselheiros presentes na reunião.

Código de 23 páginas vira anexo do Estatuto

O Código Eleitoral e de Boas Condutas aprovado tem 23 páginas e passa a fazer parte do Estatuto do clube como anexo oficial. O documento estabelece normas detalhadas sobre prazos de candidatura, limites de gastos de campanha, direitos e deveres de candidatos e regras de fiscalização.

A proposta foi discutida ao longo dos últimos meses por uma comissão interna e recebeu aval do Conselho Deliberativo na reunião de segunda-feira. O Estatuto também passou por ajustes pontuais pra acomodar as novas diretrizes, conforme divulgado pelo Ge Flamengo.

Voto online fica pra outro momento

Apesar da expectativa de parte dos conselheiros, o voto online não entrou na reforma aprovada. A modalidade, que permitiria sócios votarem pela internet em eleições do clube, foi deixada pra discussão futura.

A decisão de adiar o tema reflete cautela da diretoria e do Conselho com questões de segurança digital e validação de identidade dos votantes. O Flamengo ainda não definiu prazo pra retomar o debate sobre a votação remota.

Próximas eleições seguem novas regras

Com a reforma, as próximas eleições do Mengão já seguirão o novo Código Eleitoral. O documento prevê maior rigor na fiscalização de campanhas e punições pra condutas irregulares, como uso indevido de recursos do clube ou propaganda antecipada.

A mudança é vista como passo importante pra modernizar a governança rubro-negra e alinhar o processo eleitoral a padrões de transparência exigidos por clubes de grande porte.

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MF
Marcos Fla
Repórter · Cobertura Flamengo

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